Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenhas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

Grandes Astros Superman - O Filme

A linha de história "All Star" foi criada para que grandes escritores e desenhistas da industria de quadrinhos pudessem escrever as histórias que quiserem com os personagens da DC Comics, sem nenhuma amarra criativa e/ou cronológica. O que ninguem imaginava é que no processo Grant Morrison e Frank Quitely criariam a historia definitiva do Superman para esta década. Com a chegada do filme em animação, a dúvida seria se a adaptação faria jus a historia original.
Mas antes de responder essa pergunta, vamos a história: graças a uma exposição extra a radiação do sol, maquiavelicamente planejada por Lex Luthor (voz de Anthony LaPaglia), faz que Superman (voz de James Denton) receba radiação solar demais que faz suas celular se sobrecarregarem de poder, ou seja, lentamente ele está morrendo de radiação solar. Em seus últimos dias de vida, ele decide se abrir com Lois Lane (voz de Christina "MAD MAN" Hendricks) sobre sua identidade, e por esse caminho faz suas maiores façanhas, sem saber que Lex Luthor tem planos para acelerar sua morte e finalmente dominar o mundo.  
Um lance que eu achei bacana é que ter dado um novo significado e elo com a trama do fato de ter "All Star" no titulo. Se antes era em relação aos artistas, aqui a evidencia que o Superman é a "Estrela Maior" se torna mais forte, e aí volta a um estilo Morrisoniano, que utiliza o teologismo para demonstrar a divindidade de Superman como entidade do bem, e que retoma temas teologistas como Sol sendo louvado como primeiro "Deus" da humanidade. Por isso é importante que na divulgação do filme e para a história a relação do Superman com o Sol. 

No material cortado, saiu Kandor, saiu a edição do Jimmy Olsen (apesar de que o filme continua com a interpretação mais diversificada do personagem), e deixaram de fora Bizarro/Zibarro, que é uma parte foda na revista mas que realmente não teria espaço no filme. Outra coisa boa é que a arte de Frank Quitely foi transposta perfeitamente para a mídia animada, deixando um ar de sofisticação e maturidade, como por exemplo a arte em Aeon Flux. 
No fim das contas, Grandes Astros Superman é tão impactante e emocionante quanto a revista original, e continua sendo um resumo básico e poderoso do que é Superman e o que ele representa. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Superman - O Filme (1978)

 Estreando nos cinemas em 1978, Superman - O Filme é considerado, ainda hoje, a versão mais conhecida do personagem pela maioria dos fãs. 
No cartaz promocional apresentava a frase emblemática "Você vai acreditar que o homem pode voar". Quase três décadas depois, não há dúvidas de que o objetivo foi alcançado.

Superman - O filme impressiona pela maneira que foi produzido. O cuidado em transformar uma história fantástica em realidade. O cuidado com a produção foi tão grande que acabou resultando em um filme clássico. Diversas imagens são marcantes e colocaram um Super-herói no hall dos filmes clássicos. Feitos com cuidados técnicos e artisticos. Reunindo atores que já eram ou se tornaram lendas. Christopher Reeve foi a chave final para o sucesso estrondoso dessa superprodução que fez milhares de pessoas ao redor do mundo acreditar que um homem podia voar. 
Assistindo ao filme recente vi o quanto aquela primeira produção foi fantástica em sua época. E que não basta ter computadores e efeitos mordernos para fazer uma produção decolar. É preciso originalidade...sinceridade... e como frizou diversas vezes nos documentários (o diretor Richard Donner) VEROSSIMILHANÇA ! E eles conseguiram. Criaram e modernizaram efeitos especiais para a época ainda novos. E o que se vê hoje no DVD ainda mostra que o filme realmente tinha arte. Alguns defeitos ficaram antigos...outros ainda estão muito bons. Mas isso é o de menos. As imagens e cenas criadas são artisticas e captaram dos atores o melhor ! A cena em que Christopher Reeve tenta salvar Margot Kidder do terremoto prá mim é fantástica... quando ele toma ela nos braços sem acreditar que ela morreu. Acho que a parte romantica foi muito bem explorada... como o histórico vôo sobre NY após a entrevista na varanda de Louis. Quase ia me esquecendo de citar uma das obras MUSICAIS mais bem sucedidas do cinema. A trilha sonora de John Williams é sem exageiro algum a alma do filme. Sem aquela trilha sonora a magia nunca teria acontecido como foi. "Superman theme" , "Flying sequence" "Love theme"... são obras primas em matéria de trilha sonora. Filme Clássico do cinema !


Fonte da critica:www.adorocinema.com/Marco

sábado, 10 de março de 2012

Batman O Retorno ( Vinte anos)

Ainda que o primeiro "Batman" tenha sido imenso sucesso de crítica e bilheterias quando saiu no fim dos anos 80, é mais um show de efeitos especiais e figurino, pontuado pelo brilho de Jack Nicholson, do que exatamente uma boa história do herói da DC Comics.

Contudo, o sucesso da primeira empreitada deu chance para que Tim Burton produzisse uma excelente continuação em "Batman - O Retorno". Melhor em todos os sentidos, o filme transparece o diretor mais confiante, ousado e criativo - o que já se percebe na sequência inicial, um Natal frio e cheio de neve, temas que ele tanto explora e acabam servindo de cenário para a Gotham City neste longa-metragem.



Michael Keaton também se mostra mais à vontade com o manto do Cavaleiro das Trevas e se beneficia de um elenco de apoio escolhido com cuidado. Danny DeVito encarna o vilão Pinguim de forma medonha e poderosa, de maneira como só poderia mesmo ter sido concebida por Burton.
Michelle Pfeiffer, por sua vez, marca época não apenas pela beleza estonteante, mas também pela força da vilã Mulher-Gato, que rouba a cena em todas as aparições com atuações empolgantes - e o sedutor e apertado modelito de retalhos de couro, claro.
A inteligente trama ainda conta com a sempre contundente atuação de Cristopher Walken, como o maquiavélico empresário Max Shreck.

por:Claudio Prandoni

domingo, 22 de janeiro de 2012

Batman Contra o Capuz Vermelho

O longa animado é totalmente inspirado na saga Batman: Under the Hood, de 2004, e que teve o roteiro criado por Judd Winick. Tanto a HQ quanto o DVD mostram o Homem-Morcego enfrentando um novo e genial inimigo que aparece do nada em Gotham City. Ele passa a ser chamado de Capuz Vermelho por causa do capacete que usa e surge ameaçando toda a bandidagem da cidade. Mas ele não é bonzinho: quer parte do lucro do tráfico em troca de segurança contra a polícia e Batman. Seus métodos de atuação são muito violentos e não hesita em matar sempre que acha necessário.


 O estilo de atuação de Capuz Vermelho intriga o Cavaleiro das Trevas e Asa Noturna, seu parceiro no começo da aventura. O espanto da dupla vem porque o novo inimigo não é apenas bom, mas sim muito bom, capaz de se rivalizar às técnicas mais apuradas usadas pelo Homem-Morcego. Daí que a dificuldade em pegá-lo é gigantesca. E mais: de onde é que saiu esse cara? É o que Batman tentará descobrir, já que é o maior detetive do mundo. Só que o Cavaleiro das Trevas encontrará coisas muito estranhas que nem mesmo ele acredita ser possível. Será que tem alguma coisa a ver com o Coringa?

No meio dessa briga toda está o Máscara Negra, o novo chefão do crime de Gotham e que tem seus negócios atrapalhados pelo Capuz Vermelho. O resultado é que o vilão também vai abrir uma caçada ao novato na cidade e aí é tiro para todos os lados.

PERSONAGENS

A animação, produzida por Bruce Timm (o mesmo da série da TV dos anos 90), vai agradar em cheio os fãs dos quadrinhos - e também quem não é. Mas quem lê os gibis deve se divertir muito mais porque mostra personagens que não se vê fora das páginas das revistas. É o caso do Máscara Negra, do Asa Noturna, do vilão Amazo e do próprio Capuz Vermelho (personagem bem novo no mundo das HQs) e de Rā’s al Ghūl.

Os produtores tentaram dar um ar mais sério e se distanciar bastante do seriado animado dos anos 90. Quanto à temática realmente a equipe conseguiu se sair bem, mas quanto ao visual, por vezes, acaba lembrando muito a antiga. Não chega a incomodar, mas poderia ter ficado bem mais radical para afastar de vez a cara infantil que o Homem-Morcego tinha naquela década - embora as histórias não tivessem quase nada de infantis. Mas isso é só reclamação boba nossa e Batman Contra o Capuz Vermelho é uma animação bem legal e que mata mesmo a vontade de ver o Cavaleiro das Trevas em ação de uma forma mais adulta.



Resenha retirada em:http://ocapacitor.uol.com.br/
Por:Por Edu Almeida